Redes Sociais

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Mineração no País


Ministro de Minas e Energia defende popularização da mineração no país

Publicado em 11/04/2019 - 14:01
Por Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil Brasília

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, fala sobre as ações desenvolvidas pela pasta nos primeiros 100 dias de governo.
  O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse hoje (11) que é preciso tornar a imagem da mineração brasileira mais popular como forma de explorar todo o potencial do setor, atualmente responsável por 4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. "Temos que tornar a mineração pop em nosso país. Temos muito ainda que explorar em nosso território", comentou o ministro, ao apresentar a jornalistas as realizações e projetos que a pasta encaminhou nos 100 primeiros dias de governo.
Para o ministro, tornar a atividade "pop" significa conscientizar a população a respeito da importância econômica e social da mineração. “Por meio de ações concretas, sérias, seja por parte do Congresso Nacional, seja dos poderes Executivo e Judiciário e dos demais atores [envolvidos com o setor], vamos permitir à sociedade entender que a atividade está sob controle e sendo executada de acordo com as normas estabelecidas. A população tem que ter segurança neste sentido”, acrescentou o ministro.
Barragens
Sobre os recentes desastres ambientais causados por acidentes com barragens de mineração e a resistência a propostas de autorizar a mineração em terras indígenas, Albuquerque disse que o papel do ministério é resolver a questão da segurança das barragens. “É isso que temos realizado. A questão da atividade econômica em determinadas áreas onde sabemos que há atividades ilegais que não contribuem em nada para o benefício dessas regiões e que prejudicam o meio ambiente”, pontuou Albuquerque.
“Pretendemos mostrar que, se houver áreas em que haja interesse de exploração econômica que possa se traduzir em benefícios para a região, para a população e para o fomento do desenvolvimento, serão tratadas de forma objetiva e transparente”, disse o ministro, defendendo que a boa imagem do setor e o potencial ainda não explorado em território nacional pode atrair mais investimentos estrangeiros, fomentando o setor. Ainda durante a apresentação, Albuquerque lembrou que o governo federal já adotou medidas para apurar as causas do rompimento ou problemas com barragens a fim de propor aprimoramentos nas leis que tratam da segurança destas estruturas. Além disso, o governo federal também promete desburocratizar o setor mineral a fim de atrair investidores.
“Para fazer isso, temos que modernizar o setor. Tudo aqui era feito com papel. Agora estamos informatizando e melhorando nossa governança sobre o setor. Temos vários programas em desenvolvimento, alguns deles já em fase de testes, e pretendemos dar mais agilidade e transparência ao setor”, concluiu o ministro, prometendo que, até o fim do ano, o ministério terá um diagnóstico preciso sobre a situação das barragens existentes no Brasil. “Evidentemente, as consideradas críticas são nossa prioridade. ”
Saiba mais

Edição: Sabrina Craide
DÊ SUA OPINIÃO SOBRE A QUALIDADE DO CONTEÚDO QUE VOCÊ ACESSOU.
Para registrar sua opinião, copie o link ou o título do conteúdo e clique na barra de manifestação.
Você será direcionado para o "Fale com a Ouvidoria" da EBC e poderá nos ajudar a melhorar nossos serviços, sugerindo, denunciando, reclamando, solicitando e, também, elogiando.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Empresas


Confiança da indústria recua 1,9 ponto, de acordo com prévia de março
Publicado em 25/03/2019 - 09:38
Por Vitor Abdala - Repórter da Agencia Brasil Rio de Janeiro

Indústrias
O Índice de Confiança da Indústria teve uma queda de 1,9 ponto na prévia de março deste ano, na comparação com o resultado consolidado de fevereiro. Segundo dados divulgados hoje (25) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o indicador caiu para 97,1 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.
O recuo foi observado tanto na confiança dos empresários da indústria em relação ao momento presente quanto em relação ao futuro. O Índice da Situação Atual caiu 1,3 ponto, para 97,5 pontos. Já o Índice de Expectativas recuou 2,4 pontos, para 96,8 pontos.
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI) avançou 0,2 ponto, para 74,9%. Para a prévia de março, foram consultadas 780 empresas entre os dias 1º e 21 deste mês.
O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima sexta-feira (29).
Edição: Valéria Aguiar

quarta-feira, 20 de março de 2019

Brasil cresce 0,3%


PIB brasileiro cresceu 0,3% de dezembro para janeiro, mostra FGV
Publicado em 20/03/2019 - 08:57
Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro

produção industrial

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, começou o ano em alta, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). De acordo com o Monitor do PIB, da FGV, o Produto Interno Bruto cresceu 0,3% de dezembro de 2018 para janeiro deste ano.
Na comparação com janeiro de 2018, a alta chegou a 1,1%. Também houve crescimentos de 0,2% no trimestre encerrado em janeiro, na comparação com o trimestre encerrado em outubro do ano passado, de 0,7% na comparação com o trimestre encerrado em janeiro de 2018. No acumulado de 12 meses, a alta é de 1%.
Na passagem de dezembro para janeiro, três grandes setores produtivos tiveram alta: agropecuária (4,8%), serviços (0,7%) e indústria (0,2%). Entre os serviços, os principais destaques foram outros serviços (1%) e serviços imobiliários (0,9%). Na indústria, o único segmento com alta foi o de geração de eletricidade (1,5%).
Sob a ótica da demanda, o consumo dos governos cresceu 3,6% e o consumo das famílias, 0,7%. A formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, por outro lado, caíram 1,8%. As exportações cresceram 10,7% e as importações, 9,3%.
Na comparação do trimestre encerrado em janeiro com o trimestre encerrado em outubro de 2018, a alta de 0,2% foi puxada pelos setores agropecuário (1,9%) e de serviços (0,3%). A indústria recuou 0,4%.
Sob a ótica da demanda, tiveram alta os consumos das famílias (0,4%) e dos governos (1,5%). Os investimentos recuaram 2,5%. As exportações cresceram 8,4%, enquanto as importações recuaram 0,1%.
Edição: Graça Adjuto

segunda-feira, 11 de março de 2019

Veículos


 Produção de veículos cresceu 29,9% em fevereiro

Publicado em 11/03/2019 - 11:50
Por Elaine Patrícia Cruz - Repórter da Agência Brasil São Paulo 


Em fevereiro, a produção de veículos no país cresceu 29,9% na comparação com janeiro, e 20,5% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O dado foi divulgado hoje (11) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).


Segundo a Anfavea, 257,2 mil veículos foram produzidos no país em fevereiro.
Licenciamento


Em fevereiro, 168.577 veículos leves novos nacionais foram licenciados no país. Somando-se também os veículos leves importados, foram licenciados 190.273 veículos.


Considerando-se o total de veículos (o que engloba veículos leves, caminhões e ônibus e incluindo também os importados) foram licenciados no país 198.641 veículos, queda de 0,6% em comparação a janeiro e aumento de 26,6% em comparação a fevereiro do ano passado.


Edição: Fernando Fraga 

 
Dê sua opinião sobre a qualidade do conteúdo que você acessou.
Para registrar sua opinião, copie o link ou o título do conteúdo e clique na barra de manifestação.

Você será direcionado para o "Fale com a Ouvidoria" da EBC e poderá nos ajudar a melhorar nossos serviços, sugerindo, denunciando, reclamando, solicitando e, também, elogiando.

sábado, 24 de novembro de 2018

Preços do óleo diesel


MME e ANP defendem revisão da subvenção ao óleo diesel
Publicado em 23/11/2018 - 17:32
Por Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro




O ministro de Minas e Energia (MME), Moreira Franco, admitiu hoje (23) que acredita ter chegado a hora de se rever a política de subvenção ao óleo diesel, concedido em maio pelo governo federal em decorrência da greve dos caminhoneiros que paralisou o país. Em entrevista concedida após a cerimônia de entrega do Prêmio ANP de Inovação Tecnológica 2018, no Rio de Janeiro, Moreira Franco ressaltou, no entanto que essa é uma atribuição da área Econômica.

“Olha, eu acho [que é chegado o momento de revisar o programa de subsídio]. Agora, essa questão é uma atribuição da Fazenda [Ministério], que está acompanhando isso. Na realidade o MME é quem fornece os subsídios necessários, mas não tem poderes para fiscalizar sobre o transporte, que é do âmbito do Ministério dos Transportes, enquanto a questão das finanças é com a Receita”, disse.

Também presente à cerimônia, o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, vê na redução do preço do diesel em razão da queda do preço do barril do petróleo no mercado internacional, uma boa oportunidade para que se antecipe o fim de subsídio ao diesel, acordado para acontecer no final de dezembro.

Questionado pelos jornalistas se não seria hora de acabar com o subsídio, Oddone foi categórico: “Tá! Mas está é uma decisão política. O que aconteceu no ano passado: o diesel caiu 23 centavos, mas a opção tomada foi manter o acordo. A mesma situação está se repetindo agora em novembro. Resta agota tomar a decisão: se nada for feito se mantém o programa ou se vai fazer uma atenuação – não baixa o preço e espera dezembro. Mas eu acredito que é uma oportunidade muito boa e que a gente aproveite o momento”.

Décio Oddone citou números sobre a evolução dos preços que indicam que o subsídio já foi praticamente zerado na maior parte do país e que apenas nas regiões Norte e Nordeste permanecem em defasagem, mas de apenas alguns centavos, pelo litro do combustível.



O desconto de R$ 0,46 sobre o litro do diesel foi um dos pontos negociados pelo governo federal com as lideranças do movimento de caminhoneiros para tentar pôr fim à paralisação iniciada em maio. 
Edição: Sabrina Craide