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segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Governo Federal libera mais de R$ 360 mil para reconstrução de pontes em Placas, no Pará

 Governo Federal libera mais de R$ 360 mil para reconstrução de pontes em Placas, no Pará

Para reconstruir duas pontes de madeira no município de Placas, no oeste do Pará, o Governo Federal liberou o recurso de R$ 367,2 mil para serem empregados às obras. A autorização do repasse foi publicada no Diário Oficial da União pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

O plano de trabalho foi analisado e aprovado por equipes técnicas, com cronograma de reembolso previsto para liberação do recurso em parcela única.

Conforme a Portaria Nº 2.095/2020, do MDR, considerando a natureza e o volume de ações a serem implementadas, o prazo de execução será de 365 dias a contar o dia de publicação no DOU.

Para receber apoio emergencial do MDR, estados e municípios precisam obter o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública, deferido pelo Governo Federal. É necessário atender aos critérios exigidos pela Instrução Normativa n. 2/2016. Prefeituras e governos devem apresentar o diagnóstico dos danos e um plano de trabalho para a execução das ações.

O auxílio por meio da Defesa Civil Nacional é complementar à atuação dos governos estaduais e municipais. O apoio pode ser solicitado sempre que necessário – inclusive em situações recorrentes, como é o caso de desastres ocasionados por seca ou chuvas intensas.

Fonte: G1 Santarém

 


sábado, 22 de agosto de 2015

No Pará os sindicatos ligados a mineração são na sua maioria, pelegos

PRODUTIVIDADE E RIQUEZA
Na região do projeto Carajás e região, incluindo o S11D e seguintes, a militância sindical é inexistente. Prevalecem baixos salários, racismo e desemprego.





Em recente a justiça federal mandou a VALE parar sua planta industrial em Ourilândia do Norte em virtude da devastação ambiental provocada, causando  perdas irreparáveis aos indígenas da região.

Acerto total da justiça. Mas a devastação não é apenas ambiental. É moral, trabalhista e social.

Temos uma politica única  aqui no interior do Para. Os trabalhadores não receberam por sua produtividade. Alias, na mineração nem se acredita em produtividade. Se recebe salários ou benefícios aqui é por economia e ordens desumanas das industrias local. Sem interlocutores não há regras negociadas, apenas imposição.

Para se ter uma ideia, o METABASE, sindicato dos trabalhadores da VALE, esta sob a mesma direção há  22 anos. Macarrão é o líder inconteste e ninguém se incomoda.

Pelo contrario. Todos os outros sindicatos são administrados da mesmíssima forma: seus dirigentes estão  ali há 5, 10, 15 anos. Não há renovação. Apenas subserviência e enriquecimento. Todos os lideres são classe média ou alta, vivem bem, não largam o osso.

Os salários são ofertados pelas empresas, os acordos são pacificamente negociados e/ou impostos.  São assim, uma espécie de sindicatos de ar. Os baixos salários são seguidos por uma baixíssima produtividade.

Na maioria das vezes é o trabalhador quem paga por seu treinamento profissional.  O treinamento especifico de segurança é o único patrocinado pela empresa. O nível de instrução é baixo e não se sabe onde começa um ou termina o outro, instrução, treinamento e produtividade.

Assim segue o Pará, exportando para a China sua riqueza.